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Campinas, Brasil

Resistividade Elétrica e SEV em Campinas – Sondagem Elétrica Vertical para Investigações Geofísicas

Com aproximadamente 1,2 milhão de habitantes e altitude média de 685 metros, Campinas apresenta um subsolo complexo, marcado pela presença de depósitos coluvionares e rochas do Grupo Itararé. Para caracterizar camadas profundas sem perfuração contínua, aplicamos a resistividade elétrica por meio da sondagem elétrica vertical (SEV). Esse método geofísico mede a variação da resistividade em função da profundidade, identificando contrastes entre solo seco, saturado ou rocha. Antes de definir pontos de permeabilidade em campo, a SEV ajuda a direcionar os locais mais representativos para ensaios pontuais, reduzindo custos de investigação.

Imagem ilustrativa de Resistividade elétrica / SEV (Sondagem Elétrica Vertical) em Campinas
A SEV em Campinas permite mapear o topo rochoso e zonas saturadas sem perfuração, reduzindo em até 40% os furos de sondagem necessários.

Metodologia aplicada em Campinas

Na região de Campinas, o lençol freático oscila entre 4 e 15 metros de profundidade conforme a estação e a posição topográfica, o que torna a resistividade elétrica uma ferramenta valiosa para mapear zonas saturadas. O ensaio SEV consiste em injetar corrente elétrica no terreno por dois eletrodos e medir o potencial em outros dois, variando o espaçamento para atingir profundidades crescentes. Os dados são interpretados com modelos de camadas horizontais (1D) ou inversão 2D. Os parâmetros obtidos incluem:
  • Resistividade aparente (ohm.m)
  • Espessura de cada camada geoelétrica
  • Profundidade estimada do topo rochoso
  • Identificação de zonas de fratura ou contaminação por plumas
Complementamos com ensaios de SPT para correlacionar resistividade com resistência mecânica, gerando um modelo geotécnico-geofísico integrado.
Resistividade Elétrica e SEV em Campinas – Sondagem Elétrica Vertical para Investigações Geofísicas
ParâmetroValor típico
Profundidade máxima de investigação30 a 100 m (depende do espaçamento)
Arranjo de eletrodosSchlumberger ou Wenner
Resistividade aparente mínima detectável0,1 ohm.m
Resolução verticalCamadas a partir de 1 m de espessura
Tempo médio de campo por estação2 a 4 horas
Norma de referênciaABNT NBR 15716:2009

Riscos e considerações em Campinas

O clima tropical de Campinas, com verões chuvosos e estiagem no inverno, altera a umidade do solo superficial, podendo mascarar a resistividade de camadas mais profundas se o ensaio for realizado logo após chuvas intensas. Além disso, a interferência de linhas de transmissão e tubulações metálicas na área urbana pode gerar ruído elétrico que compromete as leituras. Por isso, planejamos as campanhas de SEV preferencialmente em períodos de solo seco e utilizamos filtros de sinal para eliminar induções espúrias. A interpretação deve considerar a heterogeneidade litológica típica dos sedimentos da Bacia do Paraná, que alternam arenitos e siltitos.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

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Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: ABNT NBR 15716:2009 – Sondagem elétrica vertical (SEV), ABNT NBR – Método para medição de resistividade elétrica do solo, ABNT NBR 6122:2019 – Projeto e execução de fundações

Nossos serviços


Oferecemos um conjunto de serviços geofísicos e geotécnicos em Campinas, todos integrados para fornecer a melhor caracterização do subsolo. A resistividade elétrica e SEV são o carro-chefe, mas complementamos com outros métodos conforme a necessidade do projeto.

Sondagem Elétrica Vertical (SEV) – Arranjo Schlumberger

Executamos SEV com arranjo Schlumberger para profundidades de até 80 m, ideal para mapear contato solo-rocha e aquíferos fraturados. Entregamos curvas de resistividade aparente e modelo de camadas interpretado.

Caminhamento Elétrico 2D (Eletrorresistividade)

Levantamento contínuo ao longo de perfis lineares, gerando seções geoelétricas 2D. Recomendado para detectar plumas de contaminação e variações laterais de solo em áreas de expansão urbana de Campinas.

Interpretação Geoelétrica Integrada com Sondagens Mecânicas

Correlacionamos os resultados da SEV com dados de SPT e calicatas para calibrar as resistividades com litologias reais. O relatório final inclui seções transversais e recomendação de profundidade de fundação.

Perguntas mais comuns

O que é resistividade elétrica e como a SEV é aplicada em Campinas?

A resistividade elétrica mede a oposição do solo à passagem de corrente. A SEV (sondagem elétrica vertical) injeta corrente no terreno por eletrodos e mede o potencial em outros pontos, variando o espaçamento para obter perfis de profundidade. Em Campinas, usamos esse método para mapear o topo rochoso, identificar aquíferos e delimitar plumas de contaminação, especialmente em áreas de expansão como Barão Geraldo e Sousas.

Qual a diferença entre SEV e caminhamento elétrico 2D?

A SEV mede a variação vertical da resistividade em um único ponto, gerando um modelo 1D de camadas. O caminhamento elétrico 2D, por sua vez, desloca os eletrodos ao longo de um perfil, produzindo seções contínuas que mostram variações laterais e verticais. Para projetos lineares, como dutos ou estradas, o 2D é mais indicado; para caracterização pontual de fundações, a SEV é suficiente.

Quanto custa um ensaio de resistividade elétrica (SEV) em Campinas?

O custo de uma SEV em Campinas fica entre R$ 1.580 e R$ 2.460, dependendo da profundidade investigada, do número de pontos e da necessidade de interpretação 2D. Esse valor inclui mobilização de equipe, equipamento e relatório técnico com curvas e modelo de camadas. Consulte-nos para um orçamento preciso conforme seu projeto.

A resistividade elétrica substitui sondagens mecânicas como o SPT?

Não substitui, mas complementa. Enquanto o SPT fornece resistência à penetração e amostras, a SEV mapeia continuamente o subsolo sem perfuração, identificando camadas e heterogeneidades. O ideal é usar SEV para planejar os furos de SPT, reduzindo o número de sondagens e otimizando o custo total da investigação.

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