Na região do Jardim América, uma obra de condomínio residencial enfrentava recalques em camadas de aterro. O problema era a compactação insuficiente do solo. O ensaio de densidade in situ (cone de areia) foi a ferramenta usada para verificar o grau de compactação em campo. Esse método mede a massa específica aparente seca do solo no local da obra. Em Campinas, onde os solos variam de argilas porosas a areias lateríticas, o controle de compactação é etapa obrigatória em aterros de fundação e subleitos de pavimentos. Antes de liberar a camada para a próxima etapa, aplicamos o cone de areia e comparamos o resultado com o ensaio Proctor de referência. A diferença entre o valor de campo e o laboratório define se o serviço atende ou não ao projeto.

O cone de areia é o método padrão para verificar se a compactação em campo atende ao projeto, com precisão de 1% no grau de compactação.
Metodologia aplicada em Campinas
Riscos e considerações em Campinas
Barão Geraldo tem solos de diabase com boa capacidade de suporte, mas a região do Campo Grande apresenta argilas porosas e compressíveis. A diferença de comportamento entre os dois setores de Campinas exige controle de compactação rigoroso. Se o aterro for executado sem verificação, o risco de recalque diferencial compromete fundações e pisos. O ensaio de densidade in situ com cone de areia identifica falhas localizadas na compactação, como bolsões de solo solto ou excesso de umidade. Em Campinas, onde o lençol freático é raso em várias áreas, a umidade do aterro varia rapidamente e o ensaio precisa ser feito logo após a compactação.
Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.
Nossos serviços
Oferecemos dois serviços complementares para o controle de compactação em Campinas.
Ensaio de Densidade In Situ com Cone de Areia
Execução do ensaio conforme NBR 7185, com abertura de furo, determinação do volume por areia padronizada e secagem do solo em estufa. Resultado em até 48 horas.
Relatório Técnico de Controle de Compactação
Documento com todos os pontos ensaiados, valores de grau de compactação, umidade, e comparação com o Proctor de referência. Inclui planta de localização dos furos.
Perguntas mais comuns
Qual o custo do ensaio de densidade in situ com cone de areia em Campinas?
Quantos pontos de ensaio são necessários por camada de aterro?
A NBR 7185 recomenda no mínimo 1 ponto a cada 300 m² de camada compactada, com pelo menos 3 pontos por lote de serviço. Em Campinas, para aterros de fundação, adotamos 1 ponto a cada 200 m² para garantir confiabilidade.
Qual a diferença entre o cone de areia e o densímetro nuclear?
O cone de areia é um método direto que mede volume real por preenchimento com areia calibrada. O densímetro nuclear usa radiação e é mais rápido, mas exige licença de operação e calibração frequente. O cone de areia é o método de referência para fiscalização de obras públicas em Campinas.
Como o resultado do cone de areia influencia na liberação da obra?
Se o grau de compactação ficar abaixo de 95% do Proctor normal, a camada é reprovada e precisa ser recompactada ou substituída. Em Campinas, onde há solos lateríticos, o valor pode cair para 93% em camadas de subleito de vias locais, conforme especificação do DNIT.