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Campinas, Brasil

Ensaio de Densidade In Situ (Cone de Areia) em Campinas

Na região do Jardim América, uma obra de condomínio residencial enfrentava recalques em camadas de aterro. O problema era a compactação insuficiente do solo. O ensaio de densidade in situ (cone de areia) foi a ferramenta usada para verificar o grau de compactação em campo. Esse método mede a massa específica aparente seca do solo no local da obra. Em Campinas, onde os solos variam de argilas porosas a areias lateríticas, o controle de compactação é etapa obrigatória em aterros de fundação e subleitos de pavimentos. Antes de liberar a camada para a próxima etapa, aplicamos o cone de areia e comparamos o resultado com o ensaio Proctor de referência. A diferença entre o valor de campo e o laboratório define se o serviço atende ou não ao projeto.

Imagem ilustrativa de Ensaio de densidade in situ (método do cone de areia) em Campinas
O cone de areia é o método padrão para verificar se a compactação em campo atende ao projeto, com precisão de 1% no grau de compactação.

Metodologia aplicada em Campinas

Campinas ocupa uma área de aproximadamente 795 km² e está a 685 metros de altitude. O ensaio de densidade in situ com cone de areia segue a NBR 7185 e exige calibração da areia padronizada. O procedimento é simples, mas requer precisão: a abertura do furo deve ter diâmetro definido, o solo retirado é seco em estufa para obter a umidade, e o volume do furo é determinado pela areia que preenche a cavidade. Parâmetros controlados: grau de compactação (GC), desvio em relação à umidade ótima e massa específica aparente seca. Complementamos a análise com a classificação tátil-visual dos solos local para identificar camadas de baixa resistência.
Ensaio de Densidade In Situ (Cone de Areia) em Campinas
ParâmetroValor típico
Massa específica aparente seca (γd)1,2 a 2,2 g/cm³
Grau de compactação mínimo para subleito≥ 95% do Proctor normal
Umidade ótima de referência10% a 25% (depende do solo)
Diâmetro do furo padrão100 mm
Volume da cavidade500 a 1000 cm³
Tempo de execução por ponto30 a 45 minutos

Riscos e considerações em Campinas

Barão Geraldo tem solos de diabase com boa capacidade de suporte, mas a região do Campo Grande apresenta argilas porosas e compressíveis. A diferença de comportamento entre os dois setores de Campinas exige controle de compactação rigoroso. Se o aterro for executado sem verificação, o risco de recalque diferencial compromete fundações e pisos. O ensaio de densidade in situ com cone de areia identifica falhas localizadas na compactação, como bolsões de solo solto ou excesso de umidade. Em Campinas, onde o lençol freático é raso em várias áreas, a umidade do aterro varia rapidamente e o ensaio precisa ser feito logo após a compactação.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

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Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: NBR 7185: Solo — Determinação da massa específica aparente, in situ, com o emprego do cone de areia, NBR 7182: Solo — Ensaio de compactação (Proctor normal e modificado), DNIT 163/2010 — Controle de compactação de aterros (método expedito)

Nossos serviços


Oferecemos dois serviços complementares para o controle de compactação em Campinas.

Ensaio de Densidade In Situ com Cone de Areia

Execução do ensaio conforme NBR 7185, com abertura de furo, determinação do volume por areia padronizada e secagem do solo em estufa. Resultado em até 48 horas.

Relatório Técnico de Controle de Compactação

Documento com todos os pontos ensaiados, valores de grau de compactação, umidade, e comparação com o Proctor de referência. Inclui planta de localização dos furos.

Perguntas mais comuns

Qual o custo do ensaio de densidade in situ com cone de areia em Campinas?

Quantos pontos de ensaio são necessários por camada de aterro?

A NBR 7185 recomenda no mínimo 1 ponto a cada 300 m² de camada compactada, com pelo menos 3 pontos por lote de serviço. Em Campinas, para aterros de fundação, adotamos 1 ponto a cada 200 m² para garantir confiabilidade.

Qual a diferença entre o cone de areia e o densímetro nuclear?

O cone de areia é um método direto que mede volume real por preenchimento com areia calibrada. O densímetro nuclear usa radiação e é mais rápido, mas exige licença de operação e calibração frequente. O cone de areia é o método de referência para fiscalização de obras públicas em Campinas.

Como o resultado do cone de areia influencia na liberação da obra?

Se o grau de compactação ficar abaixo de 95% do Proctor normal, a camada é reprovada e precisa ser recompactada ou substituída. Em Campinas, onde há solos lateríticos, o valor pode cair para 93% em camadas de subleito de vias locais, conforme especificação do DNIT.

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