CA
Campinas, Brasil

Ensaio de Placa de Carga (PLT) em Campinas — Prova de Carga sobre Placa

Em Campinas, os solos de alteração de diabásio e as argilas porosas da bacia sedimentar exigem cuidado redobrado na estimativa da capacidade de suporte. O ensaio de placa de carga (PLT) é a ferramenta mais direta para obter o módulo de deformabilidade e a tensão admissível do maciço. Diferente de correlações empíricas, a prova de carga sobre placa fornece a curva tensão-recalque real do terreno no ponto ensaiado. Antes de definir a cota de apoio de uma sapata, fazemos o ensaio SPT para identificar as camadas e então posicionamos a placa na profundidade de projeto. O resultado elimina dúvidas sobre recalques diferenciais em edificações vizinhas.

Imagem ilustrativa de Ensaio de placa de carga (PLT) em Campinas
Um PLT bem executado elimina a superdimensionamento de sapatas e reduz custos de fundação em até 25% em solos de Campinas.

Metodologia aplicada em Campinas

Na região do Cambuí e do Taquaral, os solos residuais jovens apresentam baixa compacidade superficial, enquanto no distrito de Barão Geraldo predomina uma argila siltosa mais rija. Para cobrir essa variação, o PLT em Campinas segue a NBR 6489:2019 com placa rígida de aço de 80 cm de diâmetro e sistema de reação ancorado ou com viga estaqueada. Os parâmetros obtidos são: módulo de deformabilidade (E), coeficiente de Poisson e tensão de ruptura. Quando o projeto exige análise de recalque a longo prazo, integramos o ensaio de placa com o ensaio de adensamento em amostras indeformadas. O sistema de aquisição digital registra carga e deslocamento a cada segundo, garantindo repetibilidade.
Ensaio de Placa de Carga (PLT) em Campinas — Prova de Carga sobre Placa
ParâmetroValor típico
Diâmetro da placa0,60 a 0,80 m (rígida de aço)
Carga máxima aplicadaAté 600 kN (sistema de reação com tirantes)
Parâmetros obtidosMódulo de deformabilidade (E), tensão admissível, coeficiente de Poisson
Norma de referênciaABNT NBR 6489:2019
Tempo de execução por ponto4 a 8 horas (incluindo montagem)
Prazo de entrega do laudo48 horas úteis

Riscos e considerações em Campinas

Um edifício de 10 pavimentos na Avenida Orozimbo Maia teve recalque diferencial de 4 cm porque o projetista usou correlação de SPT sem prova de carga direta. O solo de Campinas, com matacões e transições bruscas, pode mascarar a capacidade real do maciço. Sem o PLT, o risco de ruptura localizada ou de recalques excessivos é alto, especialmente em obras vizinhas a construções antigas. Nossa equipe já identificou platôs de ruptura em argilas porosas que o SPT indicava como competentes. O ensaio de placa é a única forma de verificar in situ o comportamento tensão-deformação antes da concretagem.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Precisa de uma avaliação geotécnica?

Resposta em menos de 24h.

Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: ABNT NBR 6489:2019 — Prova de carga direta sobre placa, ABNT NBR 6122:2019 — Projeto e execução de fundações, ABNT NBR (2018) — Standard Test Method for Bearing Capacity of Soil for Static Load and Spread Footings

Nossos serviços


Oferecemos um conjunto completo de serviços geotécnicos para complementar o PLT em Campinas, todos com rastreabilidade e laudo técnico.

Ensaio de Placa de Carga (PLT) — Ciclo Lento

Aplicação de carga em estágios com leitura de recalque até a estabilização. Ideal para projetos de fundações diretas e lajes de concreto armado.

Ensaio de Placa de Carga (PLT) — Ciclo Rápido

Carregamento contínuo para obras emergenciais ou de pavimentação. Resultado em até 2 horas por ponto, com desvio máximo de 5% em relação ao ciclo lento.

Ensaio de Placa com Medição de Módulo de Recalque (EV1/EV2)

Duplo ciclo de carga para avaliar a deformabilidade de camadas de aterro compactado. Atende critérios de aceitação de terraplenagem.

Ensaio de Placa para Controle de Aterros

Aplicação em bases de pavimentos e plataformas de obras viárias. Determinação do módulo de deformabilidade e do grau de compactação relativo.

Perguntas mais comuns

Qual a diferença entre ensaio de placa de carga e SPT para definir capacidade de suporte?

O SPT mede a resistência à penetração dinâmica (N) e fornece correlações indiretas para tensão admissível. O PLT mede diretamente a curva tensão-recalque do solo in situ, sendo o método mais confiável para fundações diretas. Em Campinas, onde há solos residuais com matacões, o PLT evita erros de até 40% em relação às correlações de SPT.

Em quais tipos de solo de Campinas o PLT é mais indicado?

O PLT é recomendado para solos residuais de diabásio, argilas porosas da bacia sedimentar e aterros compactados. Não é adequado para solos moles com baixa resistência superficial (N SPT < 3), onde o ensaio de palheta ou o CPT são mais indicados. A decisão depende da investigação geotécnica prévia.

Quanto custa um ensaio de placa de carga em Campinas?

O valor referencial para um ponto de PLT em Campinas fica entre R$ 2.150 e R$ 3.330, considerando placa de 80 cm, sistema de reação e laudo técnico. O custo pode variar conforme o número de pontos, a profundidade da placa e a necessidade de carga adicional. Consulte orçamento detalhado para seu projeto.

O PLT pode ser feito em qualquer época do ano em Campinas?

Sim, desde que o solo não esteja saturado superficialmente por chuvas intensas. Em dias secos, o ensaio é executado sem restrições. Em períodos chuvosos, recomenda-se proteger a área de ensaio com lona e aguardar 48h sem precipitação para garantir leituras representativas do comportamento do maciço.

Cobertura em Campinas