CA
Campinas, Brasil

Projeto de Deep Soil Mixing em Campinas

Campinas cresceu sobre um substrato geológico complexo, onde o diabásio da formação Serra Geral se alterna com sedimentos terciários da Bacia do Paraná. Essa variação litológica, combinada a um lençol freático muitas vezes raso nas várzeas dos ribeirões Anhumas e Atibaia, exige soluções de reforço de solo que atravessem camadas moles e atinjam apoio competente. O projeto de Deep Soil Mixing em Campinas atende justamente essa demanda: trata-se de uma técnica de melhoria de solo in situ que mistura mecanicamente o terreno natural com cimento ou cal, criando colunas de alta rigidez sem necessidade de escavação ou vibração.

Imagem ilustrativa de Projeto de Deep Soil Mixing (DSM) em Campinas
O Deep Soil Mixing converte solo mole em coluna cimentada com resistência controlada, sem vibração e sem remoção de material.

Metodologia aplicada em Campinas

Quem já executou fundações em Campinas sabe que os solos moles de até 12 metros de espessura nos bairros do Taquaral e Bonfim inviabilizam estacas convencionais por atrito lateral insuficiente. O DSM resolve isso ao transformar o próprio solo em um material cimentado com resistência entre 1 e 6 MPa, conforme a dosagem. O processo é monitorado em tempo real com registro de torque, rotação e vazão de calda, garantindo uniformidade. Antes do projeto, fazemos sondagens de reconhecimento com ensaios SPT para mapear a estratigrafia e definir o traço ideal da mistura.
Projeto de Deep Soil Mixing em Campinas
ParâmetroValor típico
Diâmetro da coluna400 a 1.200 mm
Profundidade máxima executada em Campinas25 m
Resistência à compressão simples do solo tratado1,0 a 6,0 MPa
Consumo de cimento (referencial)150 a 350 kg/m³
Relação água/cimento da calda0,6 a 1,2
Velocidade de rotação do misturador20 a 60 rpm

Riscos e considerações em Campinas

A região metropolitana de Campinas registra chuvas concentradas entre outubro e março, com volumes que podem ultrapassar 200 mm em um único mês. Esse aporte hídrico eleva o lençol freático e reduz a resistência ao cisalhamento dos solos argilosos superficiais. Num projeto de Deep Soil Mixing, o risco principal é a hidratação excessiva da calda de cimento durante a mistura, comprometendo a resistência final. Por isso, controlamos a vazão de injeção e o tempo de mistura em campo, com ensaios de compressão simples em corpos de prova moldados no canteiro a cada 50 m³ de solo tratado.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Precisa de uma avaliação geotécnica?

Resposta em menos de 24h.

Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: ABNT NBR 6122:2019 — Projeto e execução de fundações, ABNT NBR 5739:2007 — Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos, FHWA NHI-16-072 — Deep Mixing for Embankment and Foundation Support

Nossos serviços


Nosso escopo de projeto de Deep Soil Mixing em Campinas abrange três frentes complementares, todas executadas por equipe certificada ISO 9001.

Dimensionamento Geotécnico

Definição do diâmetro, espaçamento e profundidade das colunas DSM com base em sondagens SPT e ensaios de laboratório (granulometria, limites de Atterberg, compressão simples).

Execução de Colunas DSM

Mobilização de equipamento de mistura profunda (auger hollow-stem com injeção de calda), controle de parâmetros operacionais e formação de colunas com resistência especificada em projeto.

Controle Tecnológico

Ensaios de compressão simples em corpos de prova extraídos das colunas, verificação de continuidade por sondagem rotativa e emissão de relatório técnico com carta de resistência versus profundidade.

Perguntas mais comuns

Quanto custa um projeto de Deep Soil Mixing em Campinas?

O custo referencial para projeto e execução de colunas DSM em Campinas situa-se entre R$3.800 e R$14.730 por coluna, dependendo do diâmetro, profundidade e consumo de cimento. O valor exato é orçado após sondagens de reconhecimento.

Em quais tipos de solo o DSM é mais eficaz?

O DSM funciona melhor em solos moles coesivos — argilas orgânicas, siltes e turfas — comuns nas várzeas de Campinas. Em solos granulares soltos também há ganho de resistência, mas o consumo de cimento tende a ser maior devido à permeabilidade elevada.

Qual a diferença entre Deep Soil Mixing e estacas tradicionais?

No DSM não há remoção de solo nem vibração: o próprio terreno é transformado em material cimentado. Diferentemente de estacas pré-moldadas ou moldadas in loco, o DSM gera zero resíduo e pode ser executado sob edificações existentes com altura livre reduzida.

Cobertura em Campinas