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Campinas, Brasil

Ensaio de Palheta (Vane Shear Test) em Campinas — Solo Mole e Argila Mole

Muita construtora em Campinas acha que a resistência de uma argila mole pode ser estimada só por SPT. É erro grosseiro. O SPT não mede a resistência não-drenada de solos moles. O ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) é o método direto para obter a coesão do solo sem amostragem. Em Campinas, onde os depósitos de argila orgânica ocorrem nas várzeas dos ribeirões Anhumas e Atibaia, esse ensaio é indispensável para projetos de aterros, taludes e fundações rasas. Para complementar a investigação, muitas vezes combinamos o Vane Test com o ensaio CPT quando se quer perfil contínuo de resistência.

Imagem ilustrativa de Ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) em Campinas
O Vane Test é o único ensaio in situ que mede diretamente a resistência não-drenada de argilas moles sem perturbar a amostra.

Metodologia aplicada em Campinas

O clima tropical de Campinas, com verões chuvosos e longos períodos de estiagem, altera o teor de umidade superficial das argilas. O ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) é executado diretamente no furo de sondagem, sem necessidade de extrair amostra. A hélice de palhetas é cravada no solo e girada até a ruptura. Medimos o torque máximo e a resistência residual. O procedimento segue a ABNT NBR 10905 e a NBR 10905. Em Campinas, os valores típicos de resistência não-drenada (Su) variam de 10 a 40 kPa nas argilas de várzea. Quando o projeto exige parâmetros de deformabilidade, integramos o ensaio com placa de carga para calibrar o módulo de reação do subleito.
Ensaio de Palheta (Vane Shear Test) em Campinas — Solo Mole e Argila Mole
ParâmetroValor típico
Resistência não-drenada (Su)10 a 40 kPa (argila orgânica de Campinas)
Profundidade típica de ensaio0,5 m a 15 m
Tipo de palhetaPalheta retangular 50×100 mm (padrão la normativa técnica aplicable)
Velocidade de rotação0,1 a 1,0°/s
Torque máximo medidoAté 200 N·m
Resistência residual (Su res)20% a 60% do Su de pico

Procedure video

Riscos e considerações em Campinas


Campinas tem altitude média de 685 m e está sobre terrenos sedimentares da Bacia do Paraná. As regiões de várzea, como os bairros próximos ao ribeirão Anhumas, apresentam espessas camadas de argila mole com baixíssima capacidade de carga. Ignorar o Vane Test nesses locais pode levar a recalques diferenciais superiores a 10 cm em aterros de até 3 m de altura. Já vimos obra parar por laje de piso trincar depois de 6 meses. O ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) é a única ferramenta que entrega a resistência real do solo mole antes de qualquer carregamento.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

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Resposta em menos de 24h.

Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: ABNT NBR 10905 — Standard Test Method for Field Vane Shear Test in Saturated Fine-Grained Soils, ABNT NBR 10905:1989 — Solo — Ensaio de palheta in situ, ABNT NBR 6122:2019 — Projeto e execução de fundações

Nossos serviços

Oferecemos dois serviços complementares para projetos em solo mole em Campinas.

Vane Test com relatório técnico

Execução do ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) em até 3 furos por dia. Entrega de perfil de Su com profundidade, gráfico torque x ângulo e interpretação para projeto de aterros, taludes e fundações.

Vane Test + CPTu integrado

Combinação do Vane Test com ensaio de piezocone (CPTu) para obter perfil contínuo de resistência e poropressão. Ideal para obras de grande porte em Campinas, como viadutos e estações de tratamento.

Perguntas mais comuns


Qual a diferença entre o Vane Test e o SPT para solo mole?

O SPT mede apenas a resistência à penetração (N), que em argila mole é praticamente zero. O Vane Test mede diretamente a resistência não-drenada (Su) por torção, sendo o método padrão para projeto de aterros e fundações em solos moles. Em Campinas, o SPT subestima a capacidade de carga em até 50%.

Quanto custa o ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) em Campinas?

O valor referencial para o ensaio de palheta in situ (Vane Shear Test) em Campinas fica entre R$ 1.630 e R$ 3.510, dependendo da profundidade, número de pontos e acesso ao local. O orçamento exato é calculado após visita técnica.

Em que tipo de solo o Vane Test é recomendado?

O Vane Test é indicado para argilas moles, siltes orgânicos e turfas, com resistência não-drenada inferior a 100 kPa. Em Campinas, aplica-se principalmente nas várzeas dos ribeirões Anhumas, Atibaia e Capivari, onde há depósitos de argila orgânica de até 12 m de espessura.

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