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Campinas, Brasil

Ensaio CBR de laboratório em Campinas

O ensaio CBR de laboratório em Campinas começa com a prensa de carga e o molde cilíndrico de 152 mm. Moldamos o corpo de prova com energia Proctor, submergimos por quatro dias e medimos a expansão. Depois, aplicamos a carga a 1,27 mm/min até a penetração de 12,7 mm. Esse procedimento revela o Índice de Suporte Califórnia, parâmetro essencial para dimensionar pavimentos. Em Campinas, onde o solo laterítico predomina, o CBR costuma variar entre 6% e 20% nos horizontes superficiais. Para complementar a caracterização do subleito, associamos o ensaio de granulometria e os limites de Atterberg na mesma amostra.

Imagem ilustrativa de Ensaio CBR de laboratório em Campinas
O CBR do solo laterítico de Campinas varia de 6% a 20% nos horizontes superficiais, influenciando diretamente a espessura do pavimento.

Metodologia aplicada em Campinas

Campinas está a 685 m de altitude, com clima tropical de altitude e estação chuvosa entre outubro e março. O ensaio CBR de laboratório em Campinas segue a ABNT NBR 9895:2016, com amostras indeformadas ou recompactadas. Coletamos o material em sacos plásticos duplos e mantemos a umidade natural até o laboratório. As etapas são: compactação dinâmica, saturação por imersão (96 h), leitura da expansão com extensômetro e ruptura na prensa. O resultado é expresso em percentual e correlacionado ao módulo de resiliência. Em subleitos de rodovias vicinais da região, o CBR mínimo exigido é 4% para tráfego leve, mas em vias urbanas de Campinas pede-se ao menos 8%.
Ensaio CBR de laboratório em Campinas
ParâmetroValor típico
Norma de referênciaABNT NBR 9895:2016
Energia de compactaçãoProctor Normal, Intermediário ou Modificado
Tempo de saturação96 horas (4 dias)
Velocidade de penetração1,27 mm/min
Leitura de penetração0,0; 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 7,5; 10,0; 12,7 mm
Expansão máxima permitida2,0% (para subleito)

Riscos e considerações em Campinas

Na ABNT NBR 9895:2016, a expansão máxima do CBR não deve ultrapassar 2% para materiais de subleito. Em Campinas, solos com fração argilosa expansiva podem registrar expansão superior, comprometendo a vida útil do pavimento. Ignorar esse dado leva a trincas e ondulações prematuras. Por isso, o ensaio CBR de laboratório em Campinas inclui a medição da expansão com extensômetro de precisão. Em obras viárias recentes na região do Jardim do Lago, o CBR caiu de 12% para 5% após saturação, exigindo substituição do solo ou estabilização com cal.

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Email: contato@geotecnia1.sbs
Normas aplicáveis: ABNT NBR 9895:2016 — Solo — Índice de Suporte Califórnia (CBR), ABNT NBR 6457:2016 — Amostras de solo — Preparação para ensaios, ABNT NBR 7182:2016 — Solo — Ensaio de compactação

Nossos serviços


Oferecemos dois serviços complementares para projetos de pavimentação em Campinas:

Ensaio CBR com Proctor Modificado

Para pavimentos sujeitos a tráfego pesado, como vias arteriais e pátios logísticos, aplicamos a energia Proctor Modificado. O CBR resultante é até 30% maior que o obtido com energia normal, permitindo dimensionar estruturas mais esbeltas sem perder segurança.

Ensaio CBR com expansão controlada

Quando o projeto exige controle rigoroso da expansão, realizamos o ensaio com leitura diária do extensômetro por 96 h. Em Campinas, solos com CBR alto mas expansão >2% demandam correção com cal ou cimento. Entregamos relatório com gráfico carga vs penetração.

Perguntas mais comuns

Quanto custa o ensaio CBR de laboratório em Campinas?

O valor referencial para o ensaio CBR de laboratório em Campinas fica entre R$ 270 e R$ 570, dependendo da energia de compactação e do número de corpos de prova. Consulte-nos para uma cotação com base no seu projeto.

Qual a diferença entre CBR e módulo de resiliência?

O CBR mede a resistência à penetração sob carga estática, enquanto o módulo de resiliência avalia o comportamento elástico do solo sob cargas repetidas. Ambos são usados em projetos de pavimentos, mas o MR é mais preciso para dimensionamento mecanístico.

Preciso de amostra deformada ou indeformada para o CBR?

Para o CBR de laboratório, a amostra é recompactada com umidade e densidade controladas, ou seja, deformada. A coleta pode ser feita em sacos plásticos comuns. Amostras indeformadas são necessárias apenas para ensaios de resistência in situ.

O CBR do solo laterítico de Campinas é adequado para pavimentos?

Sim, o solo laterítico de Campinas apresenta CBR entre 6% e 20%, com expansão geralmente inferior a 1%. Para tráfego leve a médio, dispensa correção. Em vias de alto volume, recomenda-se estabilização granulométrica ou com cimento.

Quanto tempo leva o ensaio CBR de laboratório?

O ensaio completo leva de 5 a 6 dias úteis: 1 dia para compactação, 4 dias de saturação e leituras de expansão, e 1 dia para ruptura e emissão do relatório. Urgências podem ser atendidas com cronograma reduzido.

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